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O Sentido da Vida no Banco da Praça

Num fim de tarde, o menino Léo, de 9 anos, estava sentado num banco da praça, ao lado do seu vovô Joaquim e de seu gato curioso, o Mingau.

Léo olhou pro céu e perguntou:

— Vovô… pra que a gente vive? O que é o sentido da vida?

O vovô sorriu, coçou a barba branquinha e disse:

— Ah, meu neto… o sentido da vida é como um presente surpresa. Cada pessoa descobre o seu com o tempo. Mas posso te contar o que eu aprendi.

Léo arregalou os olhos, curioso. Mingau miou e deitou no colo do vovô.

— Pra mim, — disse o vovô — o sentido da vida é amar. É cuidar de quem a gente gosta, dar risada, brincar, ajudar quando alguém precisa, e deixar o mundo mais bonito antes de ir embora.

Mingau deu um pulo no colo de Léo e ronronou.

— Miau! — disse ele (como se quisesse dar sua opinião).

O vovô riu.

— E pra você, Mingau? O que você acha que é o sentido da vida?

O gato olhou com olhos brilhantes, se esticou todo e respondeu (na linguagem secreta dos gatos que só o Léo e o vovô entendiam):

— Miau! Que quer dizer:
— Dormir no sol, ganhar carinho, correr atrás de borboletas e fazer companhia pra quem a gente ama.

Léo pensou, pensou… e disse:

— Então o sentido da vida é ser feliz com quem a gente ama, fazer o bem e viver momentos bons juntos?

O vovô sorriu:

— Exatamente, meu pequeno. Cada um encontra seu jeitinho de viver com amor e alegria. E isso é o que dá sentido a tudo.

E os três ficaram ali, no banco da praça, ouvindo o vento, vendo o céu mudar de cor… com o coração quentinho, entendendo um pouquinho mais da vida.

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